quarta-feira, abril 15, 2009

Você.



Terça-feira, 30 de Setembro de 2008


Derrepente senti como se não conseguisse mais ficar em pé, meu mundo caiu e eu quis muito você por perto... mas sem precisar contar nada, só a sua voz me falando que ía passar.
Talvez eu me alcamasse. Meu ar faltou e eu senti pela primeira vez em 2 anos um desamparo não usual. Me senti insegura... mais insegura que o normal. E não tinha nada a ver com o meu físico.

Me lembrei de como você sabe observar melhor quando a raiva me domina, e era isso que tava acontecendo agora.
Percebi que além de minha melhor amiga você é meu porto seguro, e mesmo que às vezes eu tenha raiva por você não estar por perto é só contigo que eu posso contar.
Eu tenho plena certeza disso. Ainda mais agora, depois do ocorrido.

Eu te amo tanto que dói. E amo o jeito como você me trata tão protetoramente.
O jeito como você me conhece tão bem, melhor que eu muitas vezes... Que sabe o que se passa por mim mesmo que eu não tenha falado.
Com você eu não preciso falar. Um olhar já basta, eu sei. Eu conheço o modo como você me conheçe, como você me analisa, como você me incentiva.
Você me faz bem. Mas do que bem, você é o remédio das minhas doenças mais incuráveis.
Sem você por perto eu me sinto só.

Quando eu choro, como agora, eu lembro de você, pq eu sei... simplesmente sei que mais ninguém vai levar certos assuntos com tanta seriedade...
Por favor, não me deixe sozinha nunca. Eu não saberia andar sem você.
Eu sei que por mais forte que eu pareça, por mais que eu tente parecer... você conheçe os meu pontos fracos, até os que eu ainda não percebi.

Você é minha ilha. Você é meu último recurso.
A sombra aonde eu me deito, vc é o único lugar a salvo da tempestade pra onde eu sei que eu sempre posso correr...
Vai sempre ter sol e calmaria lá.

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